INFORMAÇÕEs

Sobre o evento

Gratuito

O 1° Congresso Internacional - Obsolescência do Carvão Mineral, Energias Sustentáveis e Transição Justa é um evento gratuito, realizado pelo Instituto Internacional Arayara em parceria com o Observatório do Carvão Mineral, Observatório do Petróleo e Gás e o Instituto Clima e Sociedade (iCS) e conta com apoios e patrocínios diversos, tanto de organizações públicas quanto privadas.

Transversal

Neste Congresso Internacional serão tratadas várias temáticas sobre o uso do carvão mineral e sua obsolescência, com ênfase no processo de descomissionamento dessa atividade, que já vem ocorrendo no mundo, contemplando as energias renováveis e diferentes aspectos de uma transição energética socialmente justa.

INTERNACIONAL

O Congresso está aberto a pesquisadores de todas as áreas do conhecimento. A língua oficial do evento é o português, mas trabalhos em espanhol e inglês serão aceitos.

Propostas

As propostas devem ser submetidas através do nosso sistema online. Este evento conta com dois tipos de submissão de trabalhos: Resumos Expandidos (publicados nos Anais do Congresso) e Artigos Completos (publicados em um e-book), que devem estar de acordo com as seis Áreas Temáticas propostas:

ÁREAS TEMÁTICAS

01 - Transição energética justa e inclusiva, descomissionamento seguro, empregabilidade e economia;

Ao se realizar a transição energética justa e inclusiva é necessário uma reflexão sobre algumas questões. É possível avançar uma transição justa e inclusiva preservando os biomas? Quais fontes podem e devem ser usadas nessa transição e na geração energética do futuro? Prefeituras e governos estaduais estão preparados para o desafio? Como as demandas por energia influenciam políticas públicas que tragam soluções de infraestrutura para um desenvolvimento sustentável? Quais experiências temos como exemplo no mundo? Quais foram os desafios? Quais os problemas enfrentados? Com relação ao emprego: qual tem sido a capacidade do Estado em requalificar e reempregar mineiros e demais trabalhadores envolvidos no ciclo do carvão em larga escala? Assim, devemos pensar numa distribuição justa da energia. Pensar na capacitação e na geração de empregos justos com a expansão das renováveis. Pensar em políticas públicas de acesso a crédito segmentado com foco nas populações vulneráveis. Incentivar auto geração de energias renováveis, gerando renda, além de outras questões adjacentes.

02 - Carvão mineral, água, meio ambiente e clima;



Trocar os combustíveis fósseis pelas energias renováveis não é suficiente. Precisamos lidar com as alterações climáticas evidenciando o crescimento descontrolado associado a emissões desenfreadas de gases de efeito estufa. É necessário ampliar o debate sobre questões relacionadas aos impactos causados pela exploração do carvão mineral ao meio ambiente e ao clima.


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03 - Impactos socioambientais e territoriais do carvão mineral;

Ao promover uma transição energética justa deve-se levar em consideração mudanças sociais e culturais no enfrentamento de soluções. Assim, o Eixo 3 deve debater a transição justa como ação transformativa, baseada na solidariedade e no combate à desigualdade e injustiça evidenciando experiências de uso sustentável e compartilhado dos recursos naturais com participação popular. Ressignificação territorial em áreas de rejeito de carvão, racismo ambiental e invisibilidade de comunidades quilombolas, povos originários, etc.

04 - Economia (custos) do carvão na matriz energética;

Precisamos lidar com a economia do carvão na matriz energética mundial através de um processo político que enfrente a desigualdade e desequilíbrio de poder inerente aos nossos sistemas políticos e econômicos. Descarbonizar a economia é um imperativo imediato que envolve, entre outras coisas, a criação de emprego; a substituição de emprego e/ou a eliminação de emprego; a transformação e redefinição de emprego. Há necessidade de capacitação à transição justa e geração de empregos para o clima, estruturando escalas que considerem justiça climática e justiça energética.

05 - Impactos do carvão na saúde humana.

O Eixo 5 visa contemplar trabalhos que considerem o impacto do carvão na saúde coletiva. Doenças cardíacas, câncer, acidentes cerebrovasculares e doenças crônicas do sistema respiratório inferior, doenças ocupacionais, são apenas alguns exemplos danosos de impactos na saúde humana em decorrência do uso do carvão. Além dessas doenças diretas, há também uma sobrecarga na saúde pública pela extração, transporte, lavagem, a queima e eliminação de resíduos de pós-combustão interferindo de forma significativa na saúde humana.

06 - Políticas Públicas, Litigância Energética e Climática, Legislação e Direito.

Neste Eixo serão apresentados trabalhos que evidenciam políticas públicas que tenham foco na promoção do bem estar social visando uma justiça distributiva, uma justiça de reconhecimento e uma justiça procedimental, no sentido de estabelecer a ampla justiça socioambiental. Esse eixo também contempla trabalhos que vislumbram o recurso da litigância energética e climática, instrumento estratégico que vem sendo adotado em diversos países para forçar o cumprimento de leis ambientais em prol de um cenário climático equilibrado e justo.

modalidades de submissão de

trabalhos

Para a submissão de trabalho no I Congresso Internacional - Obsolescência do Carvão Mineral, Energias Sustentáveis e Transição Justa, é necessário efetuar seu cadastro na plataforma Even3 e clicar em "Submeter trabalho".


Prazo para submissão

05/07/2021 a 04/10/2021


01

ARTIGO COMPLETO

02

RESUMO EXPANDIDO

ACESSE o link para se inscrever:

O evento será realizado pelo Event3. Acesse a plataforma para se inscrever gratuitamente!

PARTICIPE do maior

CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE CARVÃO MINERAL, ENERGIAS RENOVÁVEIS E TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

comissão

científica

(UECE)

Dr. Alexandre Araújo Costa

(Observ. Conflitos do Extremo Sul do Brasil/PPGEA/FURG)

Dr. Caio Floriano dos Santos

(UFRGS/TEMAS)

Dra. Camila Dellagnese Prates

(UNESC)

Dr. Carlyle Bezerra de Menezes

(Pesquisador Independente)

Dr. José Carlos Virtuoso

(Arayara.org/ Observ. do Carvão Mineral/ UNICLIMA)

Dr. Juliano Bueno de Araújo

(UFSC)

Dra. Kátia Madruga

(Observ. Petróleo e Gás)

Dr. Luciano Augusto Henning

(USP)

Dr. Luiz Barata

(UFSC)

Dr. Luiz Fernando Scheibe

(UFSC)

Dra. Letícia Albuquerque

(UFSC)

Dr. Marcio Antonio Nogueira Andrade

(Arayara.org)

Dr. Marcos Aurélio Espindola

(UFSC)

Dra. Maria Angeles Lobo Recio

(UNESC)

Dra. Maria de Fátima Wolkmer

(UFRGS)

Dra. Maria Lidia Vignol Lelarge

(Arayara.org)

Ms. Nicole Figueiredo de Oliveira

(UFRGS)

Dr. Paulo Brack

(UFRGS)

Dr. Rualdo Menegat

(iCS)

Dr. Roberto Kishinami

Mesas Redondas

MESA REDONDA 1
21/10 8h - 9h45
Políticas Públicas, Litigância
Energética e Climática, Legislação
e Direito



MESA REDONDA 2
21/10 - 10h - 11h45
Conflitos socioambientais na percepção
das coletividades atingidas pelo
carvão mineral


MESA REDONDA 3
26/10 - 8h - 9h45
Transição energética justa


MESA REDONDA 4
26/10 - 10h - 11h45
Impactos do carvão na saúde e no
meio ambiente.

 Feira de Expositores 

 Feira de expositores de tecnologias de energias renováveis. 

 21/10: 14h - 18h 

 26/10: 14h - 18h 


eixos

01 - TRANSIÇÃO ENERGÉTICA JUSTA E INCLUSIVA, DESCOMISSIONAMENTO SEGURO, EMPREGABILIDADE E ECONOMIA;


02 - CARVÃO MINERAL, ÁGUA, MEIO AMBIENTE E CLIMA; 


03 - IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS E TERRITORIAIS DO CARVÃO MINERAL;


04 - ECONOMIA (CUSTOS) DO CARVÃO NA MATRIZ ENERGÉTICA;


 05 - IMPACTOS DO CARVÃO NA SAÚDE HUMANA.


 06 - POLÍTICAS PÚBLICAS, LITIGÂNCIA ENERGÉTICA E CLIMÁTICA, LEGISLAÇÃO E DIREITO.


os trabalhos selecionados serão publicados NO

relatório anual


certificado de horas acadêmicas


exposição de trabalhos


publicação de selecionados


concurso

jornalístico


O Instituto Internacional ARAYARA lança o I Concurso jornalístico “A obsolescência do carvão mineral, energias renováveis e transição energética justa” que visa a estimular e reconhecer a produção de conhecimento no campo jornalístico a respeito dessa ultrapassada opção energética, seus impactos sociais e ambientais e as alternativas há muito disponíveis. 


O lançamento deste concurso jornalístico se dá pelo fato de o Instituto Internacional ARAYARA entender que, mesmo diante das comprovações científicas, o governo do Brasil, infelizmente, pretende adotar, na área dos combustíveis, a mesma trágica receita que está sendo aplicada no enfrentamento da pandemia de Covid-19.


O Estado brasileiro segue na contramão da ciência e dos esforços globais em favor da redução do uso dos combustíveis fósseis, contraria a tendência de transição energética em curso mundialmente, perpetua a presença do carvão na matriz elétrica de modo antieconômico e não apresenta alternativas de transição justa para quem trabalha no setor carbonífero e para quem vive nas regiões impactadas por décadas de exploração do carvão mineral.


Este concurso, assim, tem dois objetivos principais: mostrar que a sociedade brasileira se preocupa com esta gravíssima situação e está disposta a superá-la, alem de reconhecer a capacidade única de quem atua profissional e regularmente na atividade jornalística para produzir um tipo de conhecimento crítico a respeito de assunto tão dramático.


Leia o regulamento
e participe do concurso jornalístico

A. Transição energética justa e inclusiva, descomissionamento seguro da cadeia produtiva do carvão mineral, empregabilidade e economia

Ao se realizar a transição energética justa e inclusiva é necessário uma reflexão sobre algumas questões. É possível avançar uma transição justa e inclusiva preservando os biomas? Quais fontes podem e devem ser usadas nessa transição e na geração energética do futuro? Prefeituras e governos estaduais estão preparados para o desafio? Como as demandas por energia influenciam políticas públicas que tragam soluções de infraestrutura para um desenvolvimento sustentável? Quais experiências temos como exemplo no mundo? Quais foram os desafios? Quais os problemas enfrentados? Com relação ao emprego: qual tem sido a capacidade do Estado em requalificar e reempregar mineiros e demais trabalhadores envolvidos no ciclo do carvão em larga escala? Assim, devemos pensar numa distribuição justa da energia. Pensar na capacitação e na geração de empregos justos com a expansão das renováveis. Pensar em políticas públicas de acesso a crédito segmentado com foco nas populações vulneráveis. Incentivar auto geração de energias renováveis, gerando renda, além de outras questões adjacentes.
 

B. Carvão mineral, água, meio ambiente e clima.

Trocar os combustíveis fósseis pelas energias renováveis não é suficiente. Precisamos lidar com as alterações climáticas evidenciando o crescimento descontrolado associado a emissões desenfreadas de gases de efeito estufa. É necessário ampliar o debate sobre questões relacionadas aos impactos causados pela exploração do carvão mineral ao meio ambiente e ao clima
 

C. Impactos socioambientais e territoriais do carvão mineral.

Ao promover uma transição energética justa deve-se levar em consideração mudanças sociais e culturais no enfrentamento de soluções. Assim, o Eixo 3 deve debater a transição justa como ação transformativa, baseada na solidariedade e no combate à desigualdade e injustiça evidenciando experiências de uso sustentável e compartilhado dos recursos naturais com participação popular. Ressignificação territorial em áreas de rejeito de carvão, racismo ambiental e invisibilidade de comunidades quilombolas, povos originários, etc
 

D. Economia (custos) do carvão na matriz energética.

Precisamos lidar com a economia do carvão na matriz energética mundial através de um processo político que enfrente a desigualdade e desequilíbrio de poder inerente aos nossos sistemas políticos e econômicos. Descarbonizar a economia é um imperativo imediato que envolve, entre outras coisas, a criação de emprego; a substituição de emprego e/ou a eliminação de emprego; a transformação e redefinição de emprego. Há necessidade de capacitação à transição justa e geração de empregos para o clima, estruturando escalas que considerem justiça climática e justiça energética
 

E. Impactos do carvão na saúde humana.

O Eixo 5 visa contemplar trabalhos que considerem o impacto do carvão na saúde coletiva. Doenças cardíacas, câncer, acidentes cerebrovasculares e doenças crônicas do sistema respiratório inferior, doenças ocupacionais, são apenas alguns exemplos danosos de impactos na saúde humana em decorrência do uso do carvão. Além dessas doenças diretas, há também uma sobrecarga na saúde pública pela extração, transporte, lavagem, a queima e eliminação de resíduos de pós-combustão interferindo de forma significativa na saúde humana
 

Políticas Públicas, Litigância Energética e Climática, Legislação e Direito.

Neste Eixo serão apresentados trabalhos que evidenciam políticas públicas que tenham foco na promoção do bem estar social visando uma justiça distributiva, uma justiça de reconhecimento e uma justiça procedimental, no sentido de estabelecer a ampla justiça socioambiental. Esse eixo também contempla trabalhos que vislumbram o recurso da litigância energética e climática, instrumento estratégico que vem sendo adotado em diversos países para forçar o cumprimento de leis ambientais em prol de um cenário climático equilibrado e justo
 

APOIADORES



PATROCINDAORES

Caso você ou sua instituição tenha interesse em patrocinar este evento, escreva para nicole@arayara.org



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